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Palhateenfônicos está com vagas em aberto para crianças de 7 a 10 anos

Por: Larissa Pan

Palhateenfônicos é um conjunto musical formado por crianças que tem algum parentesco com voluntários ativos da Hospitalhaços. O grupo pertence à Ação Cultural, departamento que gerencia os assuntos relacionados à arte dentro da associação. Após dois anos de atuação com a turma inicial, o grupo passa por renovação e abre cinco novas vagas para quem deseja ingressar nessa deliciosa jornada da música.

Os critérios para quem deseja fazer parte do Palhateenfônicos são: ter idade de 7 a 10 anos e ter algum parentesco com voluntários ativos. Os encontros são realizados quinzenalmente aos sábados, na sede da ONG, das 10h30 até o meio dia. Não é necessário saber tocar algum instrumento e não tem processo seletivo. Basta estar dentro dos requisitos, querer participar e ligar para a Tânia para passar o nome e saber as informações para começar a fazer parte. “Como o critério é ter parentesco com voluntários da ONG, a divulgação inicial foi feita no grupo fechado de voluntários existente no Facebook”, explica Adriana Thomaz, coordenadora de RH. “Não fazemos nenhum processo seletivo, mas as crianças precisam atender os dois requisitos”. O telefone é o (19) 3237-2603.

De acordo com Adriana, as atividades oferecidas desenvolvem nas crianças a vontade de se tornarem futuros voluntários da ONG. “Oferecemos a oficina de palhaçaria, um pouco do circo, malabares, contação de histórias com fantoche, musicalização. E agora vamos começar um trabalho com percussão, ensinando-os a criar e tocar os instrumentos”. Ela explica que nesse projeto as crianças possuem uma responsabilidade em parceria com os Palhacinfônicos, banda de palhaços que tocam em hospitais e eventos da ONG. As crianças ensaiam as mesmas músicas que o grupo, assim, os pequenos podem atuar junto com os voluntários da Hospitalhaços. “As músicas que a gente trás para eles são as mesmas dos Palhacinfônicos, criando uma interação para quando tiver apresentação em eventos externos com a banda, eles poderem participar juntos”.

Palhateenfônicos – Há dois anos o grupo Palhateenfônicos vem transformando a arte de ser palhaço em sorrisos nos rostos de crianças que são filhos, sobrinhos ou que tenham alguma ligação parental com os voluntários da Hospitalhaços. São encontros que, ocorridos quinzenalmente aos sábados, das 10h30 às 12h, na Sede da ONG localizada na Avenida Governador Pedro de Toledo, 950, no bairro Bonfim, em Campinas, proporcionam aos pequenos a oportunidade de fazer o bem desde cedo.  As atividades apresentadas para as crianças são oficinas de criação de instrumentos com material reciclado, circo, malabares, oficinas de palhaçaria, música, canto, brincadeiras de crianças e brincadeiras com fantoches, tudo para que eles entendam como é ser voluntário e levar amor e alegria para quem precisa. “O Palhateenfônicos é um projeto para crianças aprenderem, por meio de música e da arte do palhaço, um pouco do trabalho de humanização realizado pela ONG Hospitalhaços. São dias maravilhosos, as crianças são muito comprometidas e executam todas as atividades que a gente propõe”, comenta Adriana.

Opinião dos pais – O resultado de um trabalho tão lindo não poderia ser outro como a troca de sabedoria entre os voluntários experientes e as crianças, que aprendem brincando, um pouco do que o parente vive dentro da Hospitalhaços. “Elas sempre ficam muito ansiosas para participarem dos encontros e fazem atividades idênticas às quais nós, como voluntários, participamos durante o período de formação. Mesmo conteúdo de uma maneira mais lúdica, porém não menos profunda e impactante sobre voluntariado”, comenta Waldecir Cazzador, voluntário da ONG há um ano na cidade de Americana, junto de sua esposa Elizabeth Cazzador. Ele conta que é uma excelente preparação para suas filhas Victoria e Stella Cazzador, respectivamente com nove e oito anos, para mais tarde se juntar a eles como voluntárias. “Elas estão muito ansiosas para isso. Atuamos em asilos e lá elas já colocam todo o seu ridículo para fora, minimizando a carência dos idosos”, reflete ele.

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