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Hospitalhaços inaugura atuação em Jaguariúna e Francisco Morato

Atuar em hospitais vai muito além de apenas entrar vestido de palhaço com nariz vermelho, é compreender a angústia do outro e trabalhar para que, pelo menos naquele instante, ele se sinta confortável em se divertir, deixando a vida mais leve. Com essa intenção a ONG Hospitalhaços, que tem como Visão ser referência em humanização hospitalar no Brasil, inaugurou sua chegada em mais dois municípios: em Francisco Morato, no Hospital Estadual Dr. Carlos da Silva Lacaz, e em Jaguariúna,no Hospital Municipal Walter Ferrari.

Confira como foi a primeira atuação em cada cidade! 

Jaguariúna – A primeira atuação no Hospital Municipal Walter Ferrari, em Jaguariúna, aconteceu no dia 4 de agosto de 2018 e levou alegria e amor para todos os cantos do hospital. “Foi fantástico! Estávamos todos muitos ansiosos, tanto nós, palhaços humanitários, quanto o pessoal do hospital, que nos acompanhou na primeira atuação, relembrando e demonstrando os vários departamentos do hospital, inclusive sugerindo áreas e locais para passarmos, sempre seguindo as normas da ONG e do hospital”, esbanja entusiasmo o voluntário e líder de equipe Paulo Henrique Ribeiro. A também líder de equipe, Maike Rossmann, revela em quais alas os palhaços passaram. “Percorremos por todo o hospital, inclusive nas alas sem pacientes, pois os funcionários nos aguardavam. Fomos na pediatria, maternidade, SUS adulto, pronto-socorro, área de avaliação inicial, farmácia, cozinha. Todos, sem exceção, nos receberam muito bem, interagiram e se divertiram”.

A atuação começou às 14h30 e finalizaram por volta das 17h30. Os voluntários que fizeram parte da equipe da primeira atuação foram Marta Abreu, Paulo Henrique Jabu, Paulo Henrique Ribeiro, Helton Araújo, Bruna Stella de Oliveira Martins Luiz, Paulo Brassachio, Camila Alves Arruda e Glaucia Elaine Tobias. As atuações serão inicialmente quinzenais e ocorrerão aos sábados das 14h às 17h30. A negociação com o hospital ocorreu de forma tranquila como fala o coordenador de Palhaços Paulo Henrique Jabu. “A negociação durou em torno de dois meses e participaram eu, o Mário e o voluntário Paulo Abreu.

A importância de se ter humanização com palhaços em hospitais está devido ao fato das pessoas enfermas necessitarem de amor e do riso, fundamentais para ajudar na recuperação. “No hospital encontramos dor, mas também muita esperança. É lá que vemos o ser humano na sua forma mais frágil e também mais receptiva para o amor. O nariz vermelho é como um dispositivo que permite pacientes, funcionários e visitantes, mesmo que por alguns minutos, lembrarem que não é preciso ter medo de sentir”, ilustra a voluntária Maike Rossmann, e ainda finaliza dizendo que “distribuímos amor e recebemos ainda mais. Levar essa ação para todos os lugares é possível, e a prova disso é estarmos a cada ano atuando em novos hospitais, novas regiões”.

 

 Francisco Morato – A primeira atuação no Hospital Estadual Dr. Carlos da Silva Lacaz ocorreu no dia 23 de agosto de 2018 e a equipe foi muito bem recebida, como comenta Antônio Carlos Gomes, o palhaço Picolé. “Há 17 anos sou voluntário, e atualmente atuo em quatro hospitais. Na minha visão a primeira atuação foi ótima, com muita alegria, músicas e brincadeiras que me deixaram aquele gostinho de voltar logo e de quero mais”, explica ele e ainda diz que os colaboradores, pacientes e acompanhantes do hospital os trataram com muita atenção e carinho.

Para a líder de equipe, Lucimeire Martini, “muitos sorrisos foram desenhados ao longo de toda a nossa atuação. A cada olhar percebemos a aceitação para a equipe, o sim de boas-vindas”, e ainda comenta que a ação começou às 10h e teve seu término às 13h, sendo repleto de interatividade. A atuação foi desenvolvida nas unidades de UTI neonatal, clínica cirúrgica, maternidade, pronto-socorro, observação e recepção de pronto-socorro.

Os voluntários que fizeram parte da primeira atuação são Néio Lúcio Pena, Lucimeire Martini, Antônio Carlos Gomes, Vaniro Michelassi e Sandra Ciocci. “Nossas atuações serão inicialmente quinzenais. A partir do próximo ano o projeto deve vir para Francisco Morato e os moradores da cidade poderão se voluntariar”, esclarece Lucimeire Martini. Ela ainda ressalta que os voluntários de outras equipes poderão fazer intercâmbio, basta apenas seguir o fluxo de autorização com a coordenação de Palhaços.

O voluntário Antonio Carlos, que é uma referência para a ONG, expressa o seu amor pela Hospitalhaços e comenta a importância da atuação em novos hospitais. “Com alma livre e coração aberto sinto que sou mais um voluntário que deseja que o ambiente hospitalar seja mais humano, pois com humor através do lúdico, creio que podemos auxiliar para que traumas inerentes aos processos de enfermidade e internação possam ser superados”, ainda acaba dizendo que “você pode ser muito mais feliz se doando pelo seu próximo, executando coisas muito simples, pois quando o coração sorri de felicidade o amor se faz presente”, reflete.

 

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