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Hospitalhaços encerra primeiro semestre de 2017 com saldo positivo em gestão e sorrisos.

Texto: Bianca Barbis             Fotos: Kdu Oliver

Não é raro ouvir que uma boa administração é a alma do negócio. Mas quando falamos de vidas, alegrias e amor o valor é inestimável. É claro que para manter um trabalho tão importante, como da Hospitalhaços, existe uma equipe cheia de comprometimento e determinação organizando uma estrutura que possibilita a geração de muitas alegrias.

A primeira parte de 2017 foi marcada por reestruturações internas na ONG, com mudanças na gestão dos recursos humanos, processos de monitoramento de qualidade de trabalho, ações de comunicação e na metodologia adotada pelos Palhaços Humanitários. Tudo para tornar o que já era bom, melhor ainda. E, para fazer este balanço, coordenadores, colaboradores e presidência se reuniram no dia 14 de julho, das 8h30 às 19h, no Espaço Social Cambuí, para apresentar o que foi feito e falar sobre as previsões.

O resultado você acompanha a seguir.

Nova metodologia para os Palhaços Humanitários

As 30 equipes, que reúnem mais de 400 Palhaços Humanitários, ganharam um significativo reforço já no primeiro semestre de 2017: no total 92 voluntários receberam treinamento para compor a equipes de campo.

O Coordenador dos Palhaços Humanitários, Paulo Henrique, o Jabu, destaca que a grande mudança no trabalho desta primeira metade do ano está na definição de uma metodologia de trabalho, que na prática já existia, mas agora foi transformada em uma diretriz que inclui uma grande transformação na caracterização dos Palhaços Humanitários desde a maquiagem até o comportamento. “A maquiagem  irá valorizar a expressão, as características naturais da pessoa. As cores utilizadas serão as do clown: preto, vermelho e branco. Agora contamos com a colaboração de uma maquiadora, isso sempre ouvindo a opinião do voluntário. Não podemos impor o que o palhaço humanitário vai ser. O palhaço não é personagem, ele é uma pessoa. Não tem um botão de liga e desliga, essa é a filosofia. O palhaço humanitário não é um palhaço de festa infantil, ele é uma pessoa”, explica o coordenador.

A nova filosofia deixa de lado a ideia de representar. É tempo de ser palhaço. É hora de preparar nossos voluntários para tocar o outro e também para lidar com a rejeição e as dificuldades de um ambiente hospitalar.

As Oficinas de Treinamento dos Palhaços Humanitários em 2017 passaram a ser ministradas pelo ator e palhaço, Luís Godoy, que resgata a importância de valorizar também o trabalho artístico realizado pela Hospitalhaços, utilizando referências baseadas em grandes teóricos do tema, cinema, música e artes em geral.  “A oficina provoca no sentido de reflexão, porque o palhaço rompe o engessamento e coloca as pessoas a experimentarem a todo tempo. Inicialmente é uma experiencia mediada por mim e na sequência aplicamos alguns jogos e analisamos a prática da teoria que foi exposta, visualizando o que está sendo desempenhado. Em uma outra etapa, dentro dos hospitais, as respostas não são pensadas, são acasos, que podem ser explorados empiricamente”, explica Godoy.

A nova experiência possibilitou também o desenvolvimento de jogos, criados dentro das oficinas, os quais serão desenvolvidos em campo. O treinamento explora as potencialidades do voluntário no lidar com o paciente, sem roteiro e sem mediação.

“O que se espera com as mudanças é essa desconstrução, essa possibilidade de abrir espaço ao novo, um novo olhar com relação à própria pessoa, ao próprio corpo, aos meios de relações criados, e que os palhaços possam permitir desnudarem-se dos antigos conceitos assimilando essa nova perspectiva”, encerra Luís.

Para o segundo semestre de 2017 será revisto também o figurino e a necessidade de reforços nas novas unidades de atendimento em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Ação Cultural na melhoria do atendimento hospitalar

Néio Lúcio Pena, coordenador de Ação Cultural da Hospitalhaços, conta que em abril deste ano foram iniciadas as atividades culturais dos Palhateenfonicos, uma oficina cultural que atende filhos e familiares dos voluntários de 5 a 10 anos de idade com aulas de musicalização, humanização e palhaçaria. Os encontros acontecem de quinze em quinze dias, sempre aos sábados. Também neste semestre foi montado o grupo de teatro Palhacênicos, através de uma audição, 21 atores foram selecionados para a peça teatral O Planeta dos Palhaços do autor Pasqueal Lourenço Teudech. A peça, dirigida por Marinice Vieira, deve estrear no segundo semestre de 2018.

As ações culturais da Hospitalhaços também contam com a banda Palhacinfônicos, que realiza apresentações em hospitais, casas de repouso para idosos e atuações em eventos da ONG, e a peça teatral Clap Clown, que também tem programação aberta em entidades de saúde do estado de São Paulo.

“Não existe outro caminho, hoje a humanização hospitalar tem base científica, o hospital que não investe em humanização já está ultrapassado, o Palhaço Humanitário no hospital transgride de uma forma positiva a ordem, mostra uma nova forma de ver e interpretar as coisas. Troca, muitas vezes, uma lágrima por um sorriso, coloca as cores de suas roupas, maquiagem, de seu nariz vermelho, as cores de seu sorriso de seu cantar, seu falar naquele ambiente adverso, monocromático, assustador para uma criança e até mesmo para um adulto. O Palhaço modifica a realidade do ambiente hospitalar”, esclarece Néio.

Para o segundo semestre de 2017 também está programada  a criação do  Núcleo de Estudos e Pesquisas na Arte do Palhaço, e a montagem do Livro Documento com o histórico e referências do trabalho da Hospitalhaços dentro dos hospitais.

Brinquedotecas da Hospitalhaços para toda família

O ambiente hospitalar não é dos mais convidativos para passar longas horas, especialmente durante a infância. Criar ambientes mais lúdicos é fundamental para propiciar experiências mais positivas para crianças. E as Brinquedotecas da Hospitalhaços tem justamente o objetivo de colorir e alegrar a visita ou internação dos pequenos. Atualmente seis brinquedotecas estão ativas nas cidades de Campinas, Sumaré e Recife, atendendo aproximadamente mais de 400 crianças e 300 acompanhantes mensamente.

De segunda a sexta-feira a líder de cada unidade passa pelos quartos, comunicando a abertura da Brinquedoteca e convidando as crianças e seus acompanhantes para vivenciar o lúdico dentro do espaço. Os voluntários se colocam à disposição junto aos jogos, brincadeiras, computadores, historinhas e desenhos para colorir. Próximo ao horário de fechamento, são oferecidos desenhos e brinquedos para o leito.

Semanalmente são realizadas oficinas com duas horas de duração. “As oficinas tem como objetivo tanto para as crianças como para seus acompanhantes, mudar o foco da enfermidade levando, através da arte, estímulos à criatividade, leveza no período de internação, expressão de sentimentos, exploração de materiais diversos, alegria, sociabilidade, amenizar o sofrimento para melhor aceitação no tratamento. Lembrando que o mais importante da oficina é o processo em si. Toda  oficina tem sua atividade com começo, meio e fim, pensando que cada participante levará a “obra” consigo. E eles gostam muito quando eu digo que a produção feita ficará com eles. Saem sorrindo e felizes”, comenta a Coordenadora das Brinquedotecas, Lucila Bertolini, que também é responsável por ministrar as oficinas.

Lucila comenta que tanto nas Brinquedotecas quanto nas oficinas, recebe depoimentos de pais e acompanhantes relatando a importância desses espaços que eles percebem nitidamente a melhora no humor de suas crianças.

Para o segundo semestre já está confirmada a instalação de uma nova brinquedoteca na cidade de Tietê (SP), e também está sendo analisada a possibilidade de uma nova unidade em Caruaru (PE).

Bazar da Hospitalhaços

Para manter tantas atividades, a Hospitalhaços conta com o forte apoio das doações realizadas no Bazar da ONG. São aproveitados todos os tipos de objetos:  brinquedos, roupas, eletrodomésticos, sapatos, utensílios de cozinha e eletrônicos. Todo o dinheiro arrecadado com as vendas é destinado para os projetos da ONG.

A coordenadora das atividades do Bazar da Hospitalhaços, Marlene Nascimento, explica que todas as doações são aproveitadas de alguma maneira. “Os brinquedos que recebemos passam por uma triagem, estando em bom estado, com todas as peças, eles são destinados para as nossas brinquedotecas. E todos os produtos que não vendemos ou temos em grande quantidade enviamos para comunidade, inclusive para o Nordeste”.

Segundo Marlene o primeiro semestre foi positivo em vendas, mas ela observou uma ligeira queda nas doações. “No primeiro semestre o bazar, apesar dessa crise, não sentiu em vendas, mas houve uma queda de doações. A expectativa para o segundo semestre é grande. Estamos passando por uma reforma em nossa sede, esperamos agregar mais conforto para o cliente e uma visualização melhor para o nosso bazar”.

As doações podem ser feitas na sede do Bazar e também recolhidas de segunda, quarta e sexta, com agendamento prévio, envolvendo grandes quantidades. O Bazar da Hospitalhaços fica na Avenida Governador Pedro de Toledo, 507. Bonfim, Campinas (SP). E funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 17h e aos sábados das 8h às 12h.

Prospecção e Novos Projetos

Em 2017 a Hospitalhaços reestruturou seus processos internos com foco em profissionalização. Para o coordenador Geral da ONG, Mario Eduardo Paes, quanto maior a organização mais fácil será mensurar os resultados. “Precisamos entender tudo de bom que foi feito no passado, mas precisamos identificar uma necessidade de criar uma identidade dentro deste departamento”, afirma Mario.

Para Mário, no primeiro semestre foram atingidas todas as metas delimitadas, com destaque para o convite que a Hospitalhaços recebeu do respeitado Hospital Sírio-Libanês em incluir as ações dos Palhaços Humanitários dentro de suas unidades. “A seriedade do trabalho que realizamos, imagem e credibilidade diante da comunidade, foi determinante para receber este convite. Já recebemos depoimentos muito positivos da nossa ação dentro do hospital. Este convite só veio a somar”.

Ainda em 2017 serão incluídas duas novas unidades de atendimento da Hospitalhaços: uma em Tatuí (SP) e outra no Rio de Janeiro. Também existe a possibilidade da instalação de uma terceira unidade em uma cidade da Região de Campinas (SP), mas que até o momento está em análise. Já estão confirmadas duas novas brinquedotecas com monitores da ONG, uma na cidade de Tietê (SP) e outra em Recife (PE).  “Trabalhamos muito no primeiro semestre, para analisar nossos processos internos e externos. Foi um semestre muito importante na fase de estruturar e no segundo semestre serão mais resultados mais visíveis para a comunidade”, encerra o coordenador geral, Mario Eduardo Paes.

Recursos Humanos e novos processos de análise de qualidade

A especialista em Recursos Humanos, Adriana Mendonza Thomaz, foi um importante reforço para a Hospitalhaços. No quadro de colaboradores desde agosto de 2016, a coordenadora de RH implementou, em 2017, processos de monitoramento de qualidade de serviço, acompanhamento de voluntários e colaboradores dos 10 departamentos da ONG: Coordenação Geral, Treinamento, Palhaços Humanitários, Financeiro, Recursos Humanos, Eventos, Comercial, Comunicação, Brinquedoteca e Atendimento. “O meu trabalho é fazer com que o cliente interno se sinta feliz e que os voluntários vejam o nosso processo interno como um processo de qualidade. E que eles valorizem o trabalho que fazemos para eles. Devemos aos voluntários respeito, honestidade de trabalho e comprometimento, e com uma estrutura boa mantemos a motivação deste trabalho”. Comenta, Adriana.

Sobre as vagas para o segundo semestre na Hospitalhaços já está aberto um processo seletivo para a equipe que vai atuar na cidade do Rio de Janeiro e está sendo analisado um novo projeto para criação de um Departamento de Ouvidoria, que incialmente vai abrir a oportunidade para um voluntário com a possibilidade de efetivação.

Parcerias com empresas e a manutenção das atividades do projeto

O Departamento Comercial da Hospitalhaços visitou, no primeiro semestre, todas as empresas que aportaram o projeto aprovado pela Lei Rouanet. Também foi desenvolvido um novo portfólio para divulgação das palestras e workshops promovidos pela ONG.

A coordenadora do departamento, Rachel Abdalla, conta que ainda na primeira metade de 2017 foi desenvolvido um novo produto que é a parceria com empresas interessadas em apoiar a campanha “Adote uma Brinquedoteca da Hopistalhaços”, com subsídios nas instalações alocadas em diversas instituições de saúde e contam com uma estrutura para atender crianças com o acompanhamento de monitoras capacitadas pela ONG para a atividade.

Uma empresa pode apoiar a Hospitalhaços de diversas maneiras. “Empresas e pessoas interessadas em apoiar o projeto sempre podem colaborar. Nós temos várias formas de colaboração, desde a contratação de palestras, workshops, dos nossos produtos como Palhacinfônicos e também o aporte do projeto de Lei Rouanet, que ainda está aberto. Então as empresas que fazem o acerto de imposto de renda trimestral podem ainda aportar ao nosso projeto de 2017”, explica Rachel.

Ainda segundo a coordenadora, a expectativa de vendas dos produtos da ONG não atingiu as metas no primeiro semestre, mas, por outro lado, a divulgação dos serviços e desenvolvimentos de projetos voltados para captação de recursos superou a expectativa. “Nossa meta para o segundo semestre é vender mais palestras e workshops, e isso ainda está em vias de se concretizar, porque geralmente no segundo semestre nós temos mais procura, o mercado é mais aquecido e nós já temos vários orçamentos para serem fechados no segundo semestre. Além disso, nós vamos fazer mais captação de empresas para captação de recursos, via aporte de Lei Rouanet, e o desenvolvimento do nosso portfólio para o nosso projeto plurianual 2017/2018”.

Tecnologia da Informação na organização de dados para um bom planejamento

O Departamento de Tecnologia da Informação da Hospialhaços é coordenado por Wagner Wilson Mageste e tem como principal finalidade manter todos os recursos tecnológicos em funcionamento, além de oferecer suporte ao usuário e desenvolver soluções aos problemas ou projetos a serem aplicados. “Atualmente é fornecido suporte à criação e manutenção dos e-mails, controle de cadastro, controle de cadastros da zona de intranet, manutenção corretiva e preventiva aos equipamentos e sistemas de tecnologia. Este semestre alguns recursos foram implementados, como adequações ao sistema de cadastro de voluntários e a reativação do sistema financeiro”.

Sobre as expectativas para o segundo semestre o coordenador Wagner é otimista. “São excelentes pois, hoje, contamos com departamentos que procuram somar aos outros, sempre fornecendo apoio e novos desafios. As demandas, em aberto, são aquelas que não foram realizadas e também temos alguns projetos inovadores”.

Redes Sociais e Imprensa como principais aliados de uma boa comunicação

O ano começou com algumas mudanças no Departamento de Comunicação, como a troca de assessoria de imprensa, por exemplo, comenta a Coordenadora de Comunicação Elizabete Morais Delfino. O setor foi composto, no primeiro semestre, por ela e pelo designer Rafael Dezena, responsáveis por atenderem a demanda gerada pelos 10 departamentos da ONG, além do próprio. Ainda no primeiro semestre, foram realizadas novas ações como a Hospitalhaços Fashion Week e a campanha SEJA, que trouxe alunos da ESAMC para conhecerem um pouco sobre a vida do voluntário.

Além disso, a atual assessoria trouxe excelentes resultados e uma visibilidade mais direcionada para o público certo de cada ação que a ONG executa. Os números reforçam isso: de janeiro a junho foram divulgados mais de 22 releases e apresentou publicações e divulgações espontâneas em 90 canais de web diferentes, em dez programas de TV, em 43 veículos impressos, entre jornais e revistas, e em 24 programas de rádio. Para o público interno foram feitos sorteios de brindes e ingressos para ver partidas esportivas e peças de teatro.

Elizabete conta que o site atual entrou timidamente no ar neste primeiro semestre,  após um longo processo de reformulação que durou vários meses.  Hoje o site está mais dinâmico com as publicações de notícias e atualizações pertinentes. Além disso, publicações nas redes sociais foram fundamentais para divulgação das atividades da ONG. “As redes sociais mais fortalecidas da ONG são Facebook e Instagram, que têm números crescentes e todos orgânicos. Para se ter uma ideia, em  1 de janeiro tínhamos 343.200 fãs no Facebook e hoje já estamos com 3445.300, com números de alcance das postagens, que tem, em média, 10 mil, com pico de 40 a 60 mil e muita interação com comentários e compartilhamentos. Isso representa, na prática, 2,2 milhões de pessoas alcançadas. O Instagram tem uma proposta mais leve e traz o cotidiano da atuação dos voluntários. Esta ferramenta tem, hoje, 9700 seguidores e também bastante interação. No geral as pessoas perguntam como ser voluntário e elogiam a causa. Não temos registro de reclamações nem de indisposição com a marca”.

Outro grande destaque dos trabalhos do Departamento de Comunicação foi a participação da Hospitalhaços no Programa “Estrelas Solidárias” liderado pela apresentadora Angélica e vinculado aos sábados pela Rede Globo de Televisão. “Sem dúvida ter participado de um programa que aparece em rede nacional foi um marco para a associação. O contato começou em fevereiro para ser concretizado apenas em maio. Tudo foi estudado e avaliado, afinal, eles tinham muitas opções de ONGs e, se escolheram a Hospitalhaços, foi porque viram toda a transparência e verdade que a ONG transmite. Após a apresentação, tivemos um número bem expressivo de procura nas redes sociais e, consequentemente, maior interesse das pessoas em fazer parte da equipe”.

Para o segundo semestre a intenção é manter o trabalho e atender, a contento, todos os departamentos, considerando a quantidade de eventos, palestras, processos seletivos e ações internas. Mas o maior ganho para este segundo semestre foi a chegada do fotógrafo voluntário Kdu Oliver e da Luciana Camargo, voluntária que vai cuidar do canal do YouTube da Associação, conclui Elizabete.

Eventos, captação de recursos e apoio social

Apenas no primeiro semestre de 2017 já foram realizados 6 eventos, com uma boa média de público. Para a coordenadora de eventos da Hospitalhaços, Kelly Benz, o apoio da população aos eventos é fundamental pois eles são uma boa parcela da captação de recursos para financiar as atividades da ONG. “O evento é uma forma da pessoa ajudar sem precisar disponibilizar do tempo dela. O evento é uma forma tangível de retorno, pois o doador está investindo, apoiando a ONG e aproveitando o momento”, explica Kelly.

Para o segundo semestre já está programada a 14ª Pizza do Bem, o 2º Congresso de Palhaços Humanitários, a 7ª Corrida e Caminhada Animada e o Stand-Up com o Humorista Zé Neves e amigos.

 

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